segunda-feira, 27 de julho de 2009

ENCONTRO DAS ATMS BRASILEIRAS DEVE ACONTECER NAS FESTA DAS ETNIAS EM CRICIÚMA


No ultimo final de semana ( 25 e 26) aconteceu a 36ª. ASSEMBLÉIA E A FESTA NO CANSIGLIO DE NOSSA ATM PROVINCIAL em Treviso – Itália.

Lembramos que os nossos encontros anteriores ocorreram em Nova Veneza – SC, Garibaldi – RS e Ana Rech, Caxias do Sul –RS. Agora é a vez de balancearmos as oportunidades e dar aos nossos irmãos catarinenses a primazia de promoverem o nosso IV Encontro.

Nesse sentido e abrindo oportunidades para a realização do Encontro, dia 21.07, próximo passado, reuniram-se a Secretária do COMVESC e Secretária da ATM CRICIÚMA– SC Ana Peruchi Milanez, Antonio Pierini Presidente da ATM CRICIÚMA – SC e o Clélio Billieri Presidente da ATM NOVA VENEZA com a Comissão Organizadora da FESTA DAS ETNIAS que ocorre todos os anos na Cidade de Cricíuma – SC.

Depois de estudar detalhadamente o programa da Festa das Etnias, os organizadores sugeriram: Acham interessante que o nosso encontro ocorresse lá e começasse na data de abertura da Festa das Etnias, no dia 11.09, sexta feira. As delegações que residem mais distantes e que desejarem viajar no dia 11.09, sexta feira, no anoitecer haverá a solenidade de abertura da Festa e a oportunidade de assistir a todos os espetáculos que serão apresentados e desfrutar de comida típica que é um dos pontos altos da Festa.

No dia seguinte, 12.09, sábado, o programa está em aberto para receber sugestões das diversas ATMs.

No dia 13,09, domingo, o programa está em aberto para receber sugestões das diversas ATMs.

Além do receptivo das ATMs Catarinenses de Nova Veneza – SC, Criciúma – SC, Morro da Fumaça – SC, Urussanga – SC, Treze de Maio – SC e Cocal do Sul – SC teremos a ATM TUBARÃO –SC ( reativada ) e ATM TREVISO – SC ( novinha em folha ), conta-se, também, com toda a infra-estruturar montada para bem atender aos visitantes e turistas.

Gostaria de receber vossas sugestões o mais breve possível, para a montagem da programação.

Por Helio Zanette

quarta-feira, 22 de julho de 2009

UM POUCO DA COZINHA ITALIANA


O repertório gastronomico veneto é vário e sapiente, tratos que caracterizam todos os seus produtos, também os mais aparentemente simples. Risotos, sopas de verdura ou de feijão, fumeantes polentas, gnocchi e gostosos "bigoli" honoram o sector dos primeiros pratos enquanto, entre os segundos o peixe se impoe com "sardelle", capesante, grancevole, enguias, lulas, sopas e com o célebre "baccalà alla vicentina".


As carnes são preparadas em modo muito simples e os relativos pratos compreendem muitos animais selvagens e de criação, e também as misturas tradicionais como a histórica pastizada de caval veronese. Os doces numerosos e típicos são muitas vezes rústicas preparações de tipo puramente local, mas alguns como o pandoro veronese e o bussolà vicentino, alargaram a fama além das fronteiras da região como, também, os generosos vinhos desta terra rica de pareiras. A infinidade de respostas que receberá pode comprovar uma suposição há muito dita: gosto não se discute.


Com mais cuidado, porém, certamente encontrará um número muito grande de pessoas que apontam o macarrão ou a pizza como “prato número um”. Hoje em dia a comida italiana é uma das mais apreciadas no Brasil e no mundo inteiro.Mas não é certamente só de massa que os italianos vivem. Seria, aliás, um pecado simplificar a extensa e tradicionalíssima gastronomia italiana nessas duas famosas preparações. Ao longo da península itálica, os diferentes climas, solos e relevos proporcionam matérias-primas únicas e muito distintas. Desde o Império Romano até os dias atuais, a região que chamamos hoje de Itália sofreu inúmeras influências dos mais variados povos. Houve períodos de fartura e também de crise. Todo este processo deixou marcas profundas na gastronomia italiana.


Uma característica comum a todo norte é a utilização maior da manteiga, do arroz e de massas recheadas. Os embutidos e queijos nas diversas regiões setentrionais também são variados e de alta qualidade. Todos os tipos de vinhos possíveis são produzidos: brancos, de sobremesa, espumantes e tintos soberbos. O risotto é um dos mais famosos pratos do norte da Itália, assim como o bollito misto, o carpaccio, o panettone e o ossobucco.


Talvez o maior segredo da culinária italiana não esteja somente nas preparações gastronômicas, mas sim na forma que os italianos encaram a comida e o ato de comer. Alimentar-se vai além do fisiológico, requer tempo, boas companhias e prazer. Foi assim que surgiu na Itália, na década de oitenta, o movimento Slow Food, que prega o retorno a valores simples, mas ricos e importantes como se alimentar de produtos saudáveis, frescos, com tempo para desfrutar o alimento e as companhias em torno da mesa. O movimento hoje é mundial. Mas essa é uma história para outra ocasião.


Assim como a Itália escreveu o seu nome na história da arte e do pensamento mundial, mestria semelhante foi utilizada para compor a sua gastronomia que, afinal, é uma maneira de expressão de um povo, no caso, os italianos. Mas essas saborosas receitas não ficaram restritas apenas aos patrícios de Leonardo Da Vinci, e foram parar no Novo Mundo. A partir de 1900, italianos migraram para Nova Iorque, Buenos Aires e São Paulo, tornando internacionais pratos como seus famosos spaghetti e pizzas.


Habilidosos como os mestres da Renascença, os cozinheiros italianos conseguiram misturar ingredientes de algumas etnias, como os árabes e espanhóis. Aprenderam com os árabes as técnicas de produzir frutas secas como figos e passas, além da utilização de açúcar, arroz, canela, açafrão, beringela e os doces de marzipã, feito com amêndoas. Souberam aproveitar alimentos vindos do Novo Mundo: tomate, batata, feijão, milho, cacau, rum e café. Só que os italianos transformaram esses produtos, basta citar o famoso cappuccino, e da batata fizeram o nhoque, juntando ovos, batata e farinha de trigo.


Para cada região da bella Itália, corresponde uma cozinha típica. A do Piemonte, localizada no noroeste italiano tendo como limite os Alpes, caracterizada pelas montanhas, as carnes, os vinhos, a grappa (cachaça italiana), hortaliças, risotos e os nhoques figuram entre os principais. Tudo temperado com manteiga, assim como queijos de sabor acentuado, tanto de leite de vaca como de cabra e ovelha. Consta que dos cerca de 403 tipos de queijos existentes, apenas na Itália, 64 são originários do Piemonte, sendo um dos mais conhecidos o gorgonzola. Sem contar com os doces, principalmente as tortas de avelãs, acompanhadas por um delicioso café. O chocolate é presença constante nas sobremesas piemontesas.


As diferenças gastronômicas são verificadas entre as regiões, como Norte e Sul ou de uma cidade para outra. No Norte da Itália, podem ser observados traços das cozinhas francesa, austríaca e húngara, caracterizada pelo uso de produtos derivados do leite. No Sul, os árabes deixaram a sua herança sendo materializada no uso de molho de tomate, pouca carne bovina e muito carne de coelho, porco e de cabra. O sabor das montanhas é caracterizado pelo uso de caça e cogumelos.


No litoral, os peixes e frutos do mar servem de base para inúmeras iguarias. A cozinha mediterrânea está também presente nessa miscelânea da gastronomia italiana, rica em frutas, verduras, peixes, pouca carne e muito óleo de oliva. Mas a carta gastronômica italiana inclui, ainda, salames, queijos, vinhos e a famosa grappa.



Com objetivo de divulgar a história da Tradicional Gastronomia Veneta, ensinando as principais receitas, através de aulas expositivas e práticas, onde cada aluno manipula os alimentos e faz as principais receitas da Tradicional Cozinha Veneta distribuídas entre: entradas, sopas, carnes, molhos e verduras, o curso de COZINHA ITALIANA está sendo um sucesso. Hoje mais uma turma se forma no curso de cozinha veneta no laboratorio do curso de nutrição da UNESC - Universide do Extremo sul Catarinense. Num total de 104 alunos, a última turma, com 28 participantes, fazem parte de um projeto do Comvesc - Comitato delle Associazioni Venete per lo Stato di Catarina - finaciado pela Região Veneto que tem por objetivo introduzir a atual cozinha veneta em Santa Catarina e dar também condições para que jovens descendentes de vênetos se especializem na Italia. Seis jovens de 18 a 35 anos serão selecionados dentre os participantes para continuarem o curso de gastronomia no Veneto.O curso foi de tamanho sucesso que o Comvesc e a Unesc que possuem um acordo de colaboração, estão pensando em promover um novo curso, até porque muitos pretendentes ao curso não puderam se inscrever por falta de vagas. Parteciparam do curso de gastronomia como parceiros: Unesc, Comvesc, Senac e a Rede de Supermercados Giassi.

terça-feira, 21 de julho de 2009

GRUPO FOCLÓRICO ÍTALO BRASILEIRO DE NOVA VENEZA CONQUISTA O SEGUNDO LUGAR EM JOINVILE

O Grupo Folclórico Ítalo Brasileiro de Nova Veneza conquistou o segundo lugar na categoria danças populares/conjunto/ sênior, no ultimo sábado (18), no 27º Festival de Joinville. O Grupo de Dança da Academia Corpo Livre de Joinville é tricampeão do festival. Na pontuação geral, o grupo veneziano perdeu por dois décimos para o campeão joinvillense, o primeiro lugar somou 9,5 e o veneziano 9,3. A Secretária de Cultura, Esporte e Turismo, Susan Bortoluzzi Brogni avalia a participação do grupo muito positiva, a pontuação em relação ao primeiro lugar foi acirrada, as notas foram disputadas ponto a ponto. “Tivemos acesso à somatória e conquistamos notas que chegaram a empatar com o grupo de Joinville, ficamos vibrantes com o resultado.”Ela acrescnta que os jovens e adolescentes irão voltar da competição trazendo na bagagem além da experiência, troca de conhecimento e cultura. “Podemos ressaltar que estar em Joinville, é estar entre os melhores do Brasil.” A coreografia “Tarantella...L allegria di ballare.” Contou a história da tradição da dança italiana, a alegria de dançar, no palco um painel do século XVIII, o que representava que os bailarinos encenavam naquela época.
Segundo ela, o objetivo do grupo é levar a cultura italiana para todos os lugares e, podemos observar quando andamos pelas ruas. “As pessoas vibram com nossas apresentações, elogiam nossa coreografia. Com isso, podemos sentir com o Sul está enaltecido no festival”, finaliza.

Cris Freitas

Assessora de Imprensa

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